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Abaeteenses no Exterior “O melhor e mais marcante ano da minha vida”
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Abaeteenses no Exterior Professor Arnaldo, uma experiência na Indochina
Dia 27 de maio, como parte da programação da Semana Acadêmica da Funedi/Uemg/Abaeté, o Professor Arnaldo José Pereira falou aos estudantes de Administração e Ciências Contábeis sobre suas vivências na China e no Leste Asiático, onde esteve recentemente, como integrante de um grupo organizado pela Universidade Nacional de Brasília (UNB), para estudar as economias socialistas de mercado. Em entrevista ao Nosso Jornal, ele comenta a experiência vivida no Vietnã, Laos, Camboja, Tailândia e Myanmar (antiga Birmânia). (Leia mais).
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Abaeteenses no Exterior A realização de um sonho
"Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado". Nessa frase do psiquiatra Roberto Shinyashiki encontrei a descrição perfeita para os momentos de intensa felicidade que vivi nos últimos dias, quando realizei o sonho de conhecer a Europa. (Leia mais).
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Abaeteenses no Exterior Uma experiência na China!
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Abaeteenses no Exterior Da telinha do computador para a Austrália
Foi pela Internet que a abaeteense Rosa Maria Alves Pinto e o neozelandês Wallen Philip Green tiveram o primeiro contato. Ela morava em Abaeté e, com a ajuda de um dicionário de inglês, conheceu e começou a conversar com Wallen, na Autrália, pelo ICQ, um sistema de conversação on line. “Tudo foi acontecendo bem devagar. Os assuntos foram surgindo, começamos a marcar horários para os bate-papos, a trocar cartas, fotos, presentes. Isso durou mais de dois anos, até que ele veio ao Brasil, começamos a namorar de fato e nos casamos, em janeiro de 2003”, conta Rosa, que só conseguiu o visto para se mudar para a Austrália oito meses depois do casamento. Atualmente entre Abaeté e Belo Horizonte, onde aguarda o nascimento da primeira filha, Rosa fala um pouco sobre sua vida do outro lado do planeta.
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Abaeteenses no Exterior Intercâmbio Cultural - concretizando o sonho de viajar, conhecer novos países...
Após um ano na América, através do Intercâmbio Cultural promovido pelo Rotary, Vinícius de Andrade, 18 anos, prepara-se para retornar a Abaeté em julho, para alegria dos pais, Élio Romualdo e Maria Amália, dos parentes e amigos. Da cidade de Littleton, no Colorado, onde mora, ele comentou a experiência, via Internet, ao Nosso Jornal.
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Abaeteenses no Exterior Aventuras de jovens abaeteenses na cosmopolita Londres
Vale a pena conferir. A história de alguns jovens abaeteenses que tentaram ou ainda tentam a vida na cosmopolita Londres. Trabalhando em sub-empregos, eles se divertem, conhecem lugares, pessoas novas todos os dias..
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Abaeteenses no Exterior Libertè, Egalitè, FraternitÉ...Vive La France!
Que tal morar em um país onde o salário mínimo supera os quatro mil reais mensais, as mulheres contam com licença-maternidade de três anos, as pessoas usufruem de quatro meses de férias por ano e os jovens têm o direito de dedicar-se apenas ao estudo, até se formarem na universidade? Esta experiência está sendo vivida por Adriana Caetano de Araújo Gotta, que, durante uma visita à Terra Natal, com o marido Philipe e o filho Kaiuã, contou um pouco de sua experiência de 15 anos na França.
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Abaeteenses no Exterior Aventuras e desventuras de conterrâneos na América
Com gancho na novela América, decidimos contactar alguns abaeteenses que estão na América, alguns que já estiveram e outros que não conseguiram entrar para contar as suas experiências. Vale a pena conferir.
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Abaeteenses no Exterior Militância política, exílios, seqüestros, missões humanitárias...
Filho de Geraldo Magela Pires Ribeiro (um dos três abaeteenses a lutarem na Itália, na 2ª Guerra Mundial, ao lado de Frei Orlando e Inácio Campos Cordeiro), Geraldo Cruz Pires Ribeiro teve que deixar o Brasil em 1971, condenado pelo regime militar, por sua atuação na JUC (Juventude Universitária Católica), no jornal do DCE (Diretório Central dos Estudantes) e no partido marxista Ação Popular. Exilou-se no Chile, onde se casou e continuou sua militância política. Com o golpe militar que depôs o presidente Salvador Allende, Geraldo foi sequestrado e ficou dez dias desaparecido, até ser resgatado pela Cruz Vermelha, que o encaminhou como exilado político à Nova Zelândia, na Oceania, onde viveu nos últimos 30 anos. Em visita ao Nosso Jornal, trazido pelo tio Professor Modesto, ele conta um pouco de sua vida no outro lado do mundo e fala de seu trabalho na Cruz Vermelha Internacional.
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Abaeteenses no Exterior O melhor jogador estrangeiro da Macedônia é da região de Abaeté
Aos 24 anos, nosso (quase) conterrâneo Wandeir de Oliveira Santos, mais conhecido como Deinho, exibe o troféu de Melhor Jogador Estrangeiro da Macedônia em 2003. Nascido no Junco, em Morada Nova de Minas, e ex-jogador do Abaeté Atlético Clube, Deinho já conquistou a simpatia e até a cidadania macedônica. De férias na região, o craque conta um pouco dessa experiência e de sua vida naquele pequeno país europeu, resultante da desagregação da Antiga República Iugoslava, que tem pouco mais de dois milhões de habitantes que também adoram futebol.
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Abaeteenses no Exterior Viajando pelo Velho Continente
Em 2004, o conterrâneo Matheus Rodrigues de Freitas, 22 anos, realizou o sonho de muitos jovens: passar uma temporada na Inglaterra, estudando inglês, trabalhando em locais muito agradáveis, viajando pelo Velho Continente, conhecendo pessoas diferentes e adquirindo uma bagagem cultural muito superior ao ano “perdido” na Faculdade de Administração. Ele conta um pouco dessa experiência de sete meses em Londres, em entrevista ao Nosso Jornal.
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Abaeteenses no Exterior Lições para a vida toda
Cinco anos na África, em contato com diferentes culturas, guerras civis e uma pobreza estarrecedora são uma experiência de vida que nossa conterrânea Patrícia Álvares de Toledo nunca vai esquecer. Em entrevista a Tamires Andrade, ela conta um pouco dessa experiência, vivida na década de 90, ao lado do marido Ricardo e das filhas Natália e Lívia.
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Abaeteenses no Exterior Tarcísio Lage, idéias e aventuras de um anarquista abaeteense na Europa
Em 1962, aos 22 anos de idade, o abaeteense Tarcísio Lage já trabalhava como repórter no jornal “Última Hora” e como redator na “TV Belo Horizonte”, enquanto liderava a formação do comitê estadual do PC do B, na capital das Gerais. Com o golpe militar de 64, ele chegou a ser preso e passou um tempo escondido na casa de um irmão em Goiás. Em 65, embora enfrentasse um processo em Minas por suas atividades no Partido Comunista, Tarcísio se mudou para o Rio de Janeiro e depois São Paulo, onde trabalhou em vários veículos de comunicação: os jornais “Última Hora”, “O Dia”, “Folha da Tarde”, a revista “O Cruzeiro” e a “TV Paulista”. “Em 69, colocaram fogo na televisão onde eu trabalhava. Começou uma repressão violenta, e eu tinha duas opções: ou saía do país ou entrava na luta armada. Não quis ficar, porque não acreditava mais que o caminho fosse por aí. A esquerda nessa época era muito autoritária”, recorda o anarquista Tarcísio Lage, 62 anos, ao contar um pouco de sua experiência de 32 anos fora do Brasil, em uma visita a Abaeté e à sede do Nosso Jornal. Confira.
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Abaeteenses no Exterior La Bela Itália, na visão de Adriana Luz
Em Abaeté desde dezembro de 2003, a empresária Adriana Luz (in memórian) se prepara para retornar à Itália no próximo ano, logo após lançar a jovem Mariana Fagundes como Miss Abaeté, no concurso estadual. “Após 16 anos na Europa, eu precisava desse tempo para ficar com minha família, com meus amigos, minha terra natal, minhas raízes”, ressalta a empresária, ao contar um pouco de suas experiências e impressões a Tamires Andrade. Confira a entrevista.
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Abaeteenses no Exterior Lorena, impressões de uma abaeteense na Espanha
Confira a experiência da jovem Lorena Morato Arruda, 20 anos, que mora na Espanha desde novembro de 2003, após uma experiêcia de cinco meses na capital argentina.
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Abaeteenses no Exterior Walquíria Taichi, idéias e experiências de uam abaeteense na china!
Escondida da família, ela vai para Shangai aos 17 anos, a convite de um namorado chinês que conhece em Divinópolis. A idéia é passar três meses na China e retornar ao Brasil. Mas o namoro não dá certo. Sem passagem de volta, sem dinheiro, sem moradia, a jovem chega a passar fome na rica metrópole oriental. Sua beleza e simpatia chamam a atenção de alguns empresários, que a convidam a estrelar propagandas para a TV chinesa. Ajunta algum dinheiro e já se prepara para voltar ao Brasil, quando conhece o nisei Jun Taichi. A sintonia é tão forte, que, no dia seguinte, já estão vivendo juntos e, dois anos depois, oficializam a união. Essa história, que parece até a sinopse de um filme, tem como protagonista a abaeteense Walquíria da Silva Faria, filha de Isidório (Nego da Lourdes) e Maria, hoje a Senhora Taichi, 25 anos. Ao visitar sua terra natal, em companhia do primogênito Ryu e grávida do segundo filho, ela conta um pouco de sua interessante experiência a Fábio Fernandes e Camila Andrade. Confira a entrevista.
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Abaeteenses no Exterior Histórias de abaeteenses que viveram no Iraque
Confira algumas histórias e experiências vividas por abaeteenses no Oriente Médio.
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Dia 27 de maio, como parte da programação da Semana Acadêmica da Funedi/Uemg/Abaeté, o Professor Arnaldo José Pereira falou aos estudantes de Administração e Ciências Contábeis sobre suas vivências na China e no Leste Asiático, onde esteve recentemente, como integrante de um grupo organizado pela Universidade Nacional de Brasília (UNB), para estudar as economias socialistas de mercado. Em entrevista ao Nosso Jornal, ele comenta a experiência vivida no Vietnã, Laos, Camboja, Tailândia e Myanmar (antiga Birmânia). (Leia mais).
"Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado". Nessa frase do psiquiatra Roberto Shinyashiki encontrei a descrição perfeita para os momentos de intensa felicidade que vivi nos últimos dias, quando realizei o sonho de conhecer a Europa. (Leia mais).
Foi pela Internet que a abaeteense Rosa Maria Alves Pinto e o neozelandês Wallen Philip Green tiveram o primeiro contato. Ela morava em Abaeté e, com a ajuda de um dicionário de inglês, conheceu e começou a conversar com Wallen, na Autrália, pelo ICQ, um sistema de conversação on line. “Tudo foi acontecendo bem devagar. Os assuntos foram surgindo, começamos a marcar horários para os bate-papos, a trocar cartas, fotos, presentes. Isso durou mais de dois anos, até que ele veio ao Brasil, começamos a namorar de fato e nos casamos, em janeiro de 2003”, conta Rosa, que só conseguiu o visto para se mudar para a Austrália oito meses depois do casamento. Atualmente entre Abaeté e Belo Horizonte, onde aguarda o nascimento da primeira filha, Rosa fala um pouco sobre sua vida do outro lado do planeta.
Após um ano na América, através do Intercâmbio Cultural promovido pelo Rotary, Vinícius de Andrade, 18 anos, prepara-se para retornar a Abaeté em julho, para alegria dos pais, Élio Romualdo e Maria Amália, dos parentes e amigos. Da cidade de Littleton, no Colorado, onde mora, ele comentou a experiência, via Internet, ao Nosso Jornal.
Vale a pena conferir. A história de alguns jovens abaeteenses que tentaram ou ainda tentam a vida na cosmopolita Londres. Trabalhando em sub-empregos, eles se divertem, conhecem lugares, pessoas novas todos os dias..
Que tal morar em um país onde o salário mínimo supera os quatro mil reais mensais, as mulheres contam com licença-maternidade de três anos, as pessoas usufruem de quatro meses de férias por ano e os jovens têm o direito de dedicar-se apenas ao estudo, até se formarem na universidade? Esta experiência está sendo vivida por Adriana Caetano de Araújo Gotta, que, durante uma visita à Terra Natal, com o marido Philipe e o filho Kaiuã, contou um pouco de sua experiência de 15 anos na França.
Com gancho na novela América, decidimos contactar alguns abaeteenses que estão na América, alguns que já estiveram e outros que não conseguiram entrar para contar as suas experiências. Vale a pena conferir.
Filho de Geraldo Magela Pires Ribeiro (um dos três abaeteenses a lutarem na Itália, na 2ª Guerra Mundial, ao lado de Frei Orlando e Inácio Campos Cordeiro), Geraldo Cruz Pires Ribeiro teve que deixar o Brasil em 1971, condenado pelo regime militar, por sua atuação na JUC (Juventude Universitária Católica), no jornal do DCE (Diretório Central dos Estudantes) e no partido marxista Ação Popular. Exilou-se no Chile, onde se casou e continuou sua militância política. Com o golpe militar que depôs o presidente Salvador Allende, Geraldo foi sequestrado e ficou dez dias desaparecido, até ser resgatado pela Cruz Vermelha, que o encaminhou como exilado político à Nova Zelândia, na Oceania, onde viveu nos últimos 30 anos. Em visita ao Nosso Jornal, trazido pelo tio Professor Modesto, ele conta um pouco de sua vida no outro lado do mundo e fala de seu trabalho na Cruz Vermelha Internacional.
Aos 24 anos, nosso (quase) conterrâneo Wandeir de Oliveira Santos, mais conhecido como Deinho, exibe o troféu de Melhor Jogador Estrangeiro da Macedônia em 2003. Nascido no Junco, em Morada Nova de Minas, e ex-jogador do Abaeté Atlético Clube, Deinho já conquistou a simpatia e até a cidadania macedônica. De férias na região, o craque conta um pouco dessa experiência e de sua vida naquele pequeno país europeu, resultante da desagregação da Antiga República Iugoslava, que tem pouco mais de dois milhões de habitantes que também adoram futebol.
Em 2004, o conterrâneo Matheus Rodrigues de Freitas, 22 anos, realizou o sonho de muitos jovens: passar uma temporada na Inglaterra, estudando inglês, trabalhando em locais muito agradáveis, viajando pelo Velho Continente, conhecendo pessoas diferentes e adquirindo uma bagagem cultural muito superior ao ano “perdido” na Faculdade de Administração. Ele conta um pouco dessa experiência de sete meses em Londres, em entrevista ao Nosso Jornal.
Cinco anos na África, em contato com diferentes culturas, guerras civis e uma pobreza estarrecedora são uma experiência de vida que nossa conterrânea Patrícia Álvares de Toledo nunca vai esquecer. Em entrevista a Tamires Andrade, ela conta um pouco dessa experiência, vivida na década de 90, ao lado do marido Ricardo e das filhas Natália e Lívia.
Em 1962, aos 22 anos de idade, o abaeteense Tarcísio Lage já trabalhava como repórter no jornal “Última Hora” e como redator na “TV Belo Horizonte”, enquanto liderava a formação do comitê estadual do PC do B, na capital das Gerais. Com o golpe militar de 64, ele chegou a ser preso e passou um tempo escondido na casa de um irmão em Goiás. Em 65, embora enfrentasse um processo em Minas por suas atividades no Partido Comunista, Tarcísio se mudou para o Rio de Janeiro e depois São Paulo, onde trabalhou em vários veículos de comunicação: os jornais “Última Hora”, “O Dia”, “Folha da Tarde”, a revista “O Cruzeiro” e a “TV Paulista”. “Em 69, colocaram fogo na televisão onde eu trabalhava. Começou uma repressão violenta, e eu tinha duas opções: ou saía do país ou entrava na luta armada. Não quis ficar, porque não acreditava mais que o caminho fosse por aí. A esquerda nessa época era muito autoritária”, recorda o anarquista Tarcísio Lage, 62 anos, ao contar um pouco de sua experiência de 32 anos fora do Brasil, em uma visita a Abaeté e à sede do Nosso Jornal. Confira.
Em Abaeté desde dezembro de 2003, a empresária Adriana Luz (in memórian) se prepara para retornar à Itália no próximo ano, logo após lançar a jovem Mariana Fagundes como Miss Abaeté, no concurso estadual. “Após 16 anos na Europa, eu precisava desse tempo para ficar com minha família, com meus amigos, minha terra natal, minhas raízes”, ressalta a empresária, ao contar um pouco de suas experiências e impressões a Tamires Andrade. Confira a entrevista.
Confira a experiência da jovem Lorena Morato Arruda, 20 anos, que mora na Espanha desde novembro de 2003, após uma experiêcia de cinco meses na capital argentina.
Escondida da família, ela vai para Shangai aos 17 anos, a convite de um namorado chinês que conhece em Divinópolis. A idéia é passar três meses na China e retornar ao Brasil. Mas o namoro não dá certo. Sem passagem de volta, sem dinheiro, sem moradia, a jovem chega a passar fome na rica metrópole oriental. Sua beleza e simpatia chamam a atenção de alguns empresários, que a convidam a estrelar propagandas para a TV chinesa. Ajunta algum dinheiro e já se prepara para voltar ao Brasil, quando conhece o nisei Jun Taichi. A sintonia é tão forte, que, no dia seguinte, já estão vivendo juntos e, dois anos depois, oficializam a união. Essa história, que parece até a sinopse de um filme, tem como protagonista a abaeteense Walquíria da Silva Faria, filha de Isidório (Nego da Lourdes) e Maria, hoje a Senhora Taichi, 25 anos. Ao visitar sua terra natal, em companhia do primogênito Ryu e grávida do segundo filho, ela conta um pouco de sua interessante experiência a Fábio Fernandes e Camila Andrade. Confira a entrevista.
Confira algumas histórias e experiências vividas por abaeteenses no Oriente Médio.