13 anos - Folha comunitária de abaeté HOME | REDAÇÃO | ASSINE JÁ | CONTATO
Menu
Categoria
Edição Atual
Notícias
Filtre a categoria:

Causos Essa é de Lavras!!! Causo da edição de maio de 2008, enviada pelo assinante e amigo Sílvio Lucas Pereira, de Belo Horizonte.
Causos A caçada Este causo quem me contou foi o saudoso Sr. Mário Lima, há muitos anos...
Causos Os enterros de antigamente O Dia dos Mortos, neste mês de novembro, faz a gente lembrar como eram os velórios de antigamente na zona rural. Pra começar, não tinha funerária em Abaeté...
Causos A jibóia Todos os dias, tio Olavo ia pescar no Rio São Francisco, no Paredão. Um dia, ele estava pescando e pegando muitos peixes. Mas, quando  olhou para a vasilha de iscas, viu que elas já tinham acabado. “Justo agora que estou pegando muito”, pensou. 
Causos O homem de palavra Antigamente, o homem achava que sua palavra valia documento. Quando fazia uma dívida, um fio de cabelo de sua barba era documento. Quando pagava essa dívida, o pegava de volta. Hoje, ainda existem algumas pessoas assim.
Causos A pinga Seu Zé gostava muito de pinga. E todos os dias, depois do trabalho, ele passava no bar para tomar a sua pinguinha. Só que todas as vezes que  tomava a pinga, tampava o nariz...
Causos Carona Aquele motorista do caminhão leiteiro afundava o pé no acelerador do veículo, doido para chegar na usina, descarregar o leite e ir descansar. Seu ajudante, com problemas gastro-intestinais, não foi trabalhar e seus braços estavam doloridos de tanto descer e subir os latões de leite. Para completar, a fiscalização do DER não lhe dava tréguas. Os fiscais estavam de olho nos motoristas dos caminhões que carregavam passageiros. A multa era “braba”. Como em algumas regiões não havia ônibus regulares, o pessoal apelava, como único recurso, para aquele perigoso transporte alternativo. Senhoras idosas, crianças, velhos, até grávidas vinham empoleirados em latões de leite...
Causos A super caçada Meu cunhado Otaviano (Tavinho) tocava um serviço de carvoaria em João Pinheiro e morava com minha irmã, Ivone, num rancho bem próximo aos fornos. Certo dia, Ivone chamou o marido dizendo que não tinham mistura nenhuma para o jantar. Tavinho vestiu um paletó de brim, bem parecido com um sobretudo, pegou sua espingarda, uma lanterna e saiu dizendo...
Causos Eu sou mesmo diferente Eu faço carroça, o Sinhô Carro Eu gosto de laranja, o Zé Limão Eu gosto de laranja azeda, o Tião Doce...
Causos Retrato de meio corpo Vocês se lembram do meu primo, aquele da receita controlada? Pois é. Para facilitar o tratamento de sua mulher, ele se mudou para a cidade. Como precisava trabalhar, conseguiu emprego como auxiliar do Aníbal retratista. ..
Causos Recenseamento Em minha vida juventude, estando certa época desempregado, fui convidado por um amigo a arrumar um emprego temporário. Topei a parada, pretendendo ganhar alguns trocados. Era época de recenseamento. Fiz o teste e fui aprovado...
Causos Caipirês Certa vez, fui intimado a trabalhar como jurado, em um Júri Popular, no Fórum de Abaeté. Era uma tentativa de homicídio. Durante um jogo de cartas, no povoado de Patos, um cidadão esfaqueou o outro. O Juiz, novato, vindo da capital, estranhou o linguajar do pessoal envolvido no crime, o idioma sertanejo, o “caipirês”...
Causos Porque caminhoneiro não tem lucro Nos meus 50 anos de estrada, venho percebendo que o que acaba com o lucro do caminhoneiro é a letra P...
Causos A receita controlada Há uns 50 anos atrás, aqui em Abaeté só tinha três médicos. Um deles era o Dr. Amador, proprietário da Fazenda da Grama. Ele costumava passar todos os finais de semana nesta fazenda. ...
Causos A porta giratória O causo da roça deste mês tem tudo a ver com a Credioeste, nosso tradicional banco do produtor rural, o banco do fazendeiro, que vem crescendo e se desenvolvendo cada dia mais. Recentemente, a Credioeste ganhou uma boa reforma, com uma rampa na entrada e uma porta giratória. Na praça e nas fazendas, surgiu um comentário:
Causos A malandragem do Zé Pequeno Zé Pequeno era um grande fazendeiro da região de Vau das Flores. Ele tinha muitas amizades por ser uma ótima pessoa e também pelo seu jeito brincalhão. Com aquelas brincadeiras, ele sempre costumava ajeitar o seu lado...
Causos Mais uma do seu Orozimbo Depois que financiou o Jeep, por volta de 1964, seu Orozimbo Leandro acabou se tornando cliente da agência de Dores do Indaiá do Banco do Brasil. O fiscal do Banco, Seu Joel,  todo ano ia até sua fazenda, na Serra do Palmital, fazer a fiscalização do Jeep, do financiamento, das garantias. E ele sempre voltava com um caso do Orozimbo com o Jeep.
Causos Esse seu Orozimbo! Seu Orozimbo Leandro era um fazendeiro desses bem tradicionais da região, simpático, bom de presença, bom pagador. Por volta de 1964, o Banco do Brasil criou uma linha de crédito para financiar Jeeps. Naquele tempo, a agência mais perto era em Dores do Indaiá, onde eu e o Ataíde trabalhávamos. O sonho do Orozimbo era ter um Jeep. Como era todo desajeitado com papel, chamou um sobrinho, o Elias Porcino, para cuidar da documentação para ele...
Causos Sítio Bicué Veja um pouco da história do Sítio Bicué, em forma de causo.
Causos Truco de Zoológico Há algum tempo, assisti no Paredão um Torneio de Truco, organizado pelo Valdemar Leão, com as seguintes duplas...
Causos Incêndio no Braquiarão No ano passado, dois empresários chegaram à cidade de Morada Nova de Minas à procura do escritório Veragro, com o planejamento de comprar dois mil alqueires de terras e formar invernada, para recriar bois da raça Nelore para exortação. Dentro de poucos dias, o negócio foi fechado. Os empresários ficaram felizes com a compra das terras, porque, além de serem de boa qualidade, elas estavam todas formadas de braquiarão. Eles receberam as terras e fecharam um acordo, deixando-as reservadas um ano para reforçar a pastagem...
Causos O dia em que enfrentei seis onças e uma cascavél Há uns 15 anos, eu fui caçador de animais silvestres. Gostava muito de caçar na região do Galheiro, onde tinha muita onça, muita anta e uma gameleira gigante, de 10 metros de roda, com raízes de até dois metros de altura. Ali, eu colocava a espingarda calibre 22 já manobrada no ponto de atirar, levava 22 cachorros de caça e deitava sossegado, numa cama improvisada entre duas raízes, só pensando na batalha com as pintadas no outro dia...
Causos Gato Misterioso em Paineiras  Aqui em Paineiras, o senhor Jair Maritaca tem uma criação de porcos no fundo do quintal. E todo dia, um bando de pássaros pretos aparecia ali para comer restos da alimentação dos porcos, como canjica de milho e fubá. E  apareceu também um gato preto de olhos grandes, pegando os passarinhos. Pegava um de manhã, outro à tarde.
Causos Zé do Quinzinho Quem não conheceu Zé do Quinzinho provavelmente não morou ou viveu em Abaeté. Ele foi uma das pessoas mais populares que viveram em nossa cidade. Caridoso, prestativo, tinha dezenas de compadres e afilhados...
Causos Flávio dos Melosos Há muitos anos, nossa cidade recebia, de quando em vez, a visita dos afamados Circos de Cavalinhos, ora Circos de Touradas, e eram armados onde é a nossa linda Praça Dr. Canuto, que se chamava Praça do Cruzeiro. Apareceu um Circo de Tourada e a sua armação durava vários dias e para lá iam os nossos meninos para brincar nas arquibancadas de tábua, pulando, subindo e descendo os degraus, naquela “danação” de alegria própria dos garotos.
Causos O caçador Em meu pequeno sítio, na Mata da Oncinha, de vez em quando eu contratava alguns trabalhadores braçais para fazer serviços avulsos de aceiros, capinas e limpeza de pasto. Após a dura lida dos trabalhadores (durante a qual eu ficava na sombra, “tumbando” e dando palpite errado), no cair da tarde, eu sempre arrumava uns tira-gostos, pegava um garrafão de pinga, ia beber e conversar fiado com eles.
Causos Valentia Causo de Herculano Vanderli de Souza, publicado em setembro de 2002.
Causos De paineiras sai cada uma Um dia, um rapaz de nome José saiu de Paineiras e foi para Beagá servir na Aeronáutica. Seu sonho era ser piloto. Depois de servir um certo tempo, chegou o dia tão esperado: pilotar pela primeira vez...
Causos O grande caçador Há um tempo atrás, fui passear na casa de parentes no sertão do Mato Grosso. Tudo corria bem nesta viagem, mas, no último dia, dei falta da minha carteira com todos os meus documentos e o meu dinheiro. Eu fiquei desesperado. Mas logo tomei uma decisão...
Causos O K-Suco do Balena Há pouco tempo, o Balena foi convidado para ser festeiro na Capelinha de Santa Luzia, na rota de Abaeté para Santa Cruz. Na véspera da festa, ficou sabendo que a turma daquela região gostava muito de k-suco de groselha com biscoito de queijo...
Causos Edmundo Lobato e seu passeio de moto Veja o causo de Sizínio Alberto Filho, publicada da edição de dezembro de 2000.
Causos O Chato Causo de Herculano de Sousa, publicado em julho de 1998.
Causos Na pensão... Crônica de Herculano Vanderli de Souza, publicada em maio de 1999.
Causos Alma Penada Certa noite, voltando de minha roça, em um Fiat 147 todo escangalhado, tive um pneu furado. Troquei-o no escuro, tarefa das mais ingratas. Poucos quilômetros adiante, quase em frente à porteira da fazenda Bandeira, do Dr. Aloísio, tive outro pneu furado. Como eu só tinha um sobressalente, o jeito foi abandonar o veículo e acabar de chegar a pé. (Leia mais)
Causos Hotelzinho Suspeito Causo de Herculano Vanderli de Souza.
Causos O pagode Causo de Herculano de Souza.
Causos Sintomas de pobreza Causos de Fernando Soares Assis.
Causos Testamento de Judas As novas gerações podem não se lembrar, mas uma grande tradição de Abaeté sempre foi a “Queima de Judas”, durante a Semana Santa. E nosso saudoso e querido Professor Lídio Lucas Pereira sempre era escolhido para ser o orador da cerimônia, o que fazia com gosto e criatividade, provocando boas gargalhadas entre o público presente. Nesta edição, o Nosso Jornal transcreve o “Testamento de Judas” escrito e declamado em março de 1989, numa homenagem ao grande Mestre.
Causos Profissões Causo de Herculano de Souza, publicado em maio de 1998.
Causos Os causos do Baiano Causo de Herculano de Souza
Causos Historinhas do dia-a-dia Certa noite, o Lução estava pilotando um Jeep de sua propriedade. Como havia bebido umas a mais do seu currículo, jogou o veículo em um buraco aberto pelos funcionários da Copasa, recém-instalada em Abaeté, em frente ao prédio da antiga Companhia Telefônica. No dia seguinte, o Lução estava contabilizando os prejuízos, quando um curioso falou...(Leia mais)
Causos É verdade que... Só para descontrair, crônica-causo de Herculano de Souza.
Causos Historinhas do cotidiano Para descontrair...
Causos Tadinho dos pobres II Causo de Herculano Souza, publicado em maio de 1997.
Causos O Carro do Estêvão O Estêvão, pai do Henriquinho, tinha um carro de praça. Um Ford bem mais novo do que os antigos Fords de bigode, que tinham capota de pano. Só pegavam, só funcionavam o motor depois de uma ginástica danada, que dava muito trabalho. O automóvel do Estêvão já era um modelo mais novo, com capota de lata ou não sei de que material...
Causos Tadinho dos pobres Causo de Herculano Vanderli de Souza, publicado em março de 1997.
Causos A folia dos pinguços Causo de Herculano Vanderli de Souza, publicado em fevereiro de 1997.
Causos Ovos, mexerica e... Causo de Herculano Vanderli de Souza, publicado em novembro de 1996.
Causos José Barata Peixe Um causo sobre Zé Barata, por Herculano Vanderli de Sousa, publicado em outubro de 1996.
Causos A Artista Quando o Dr. Ildeu Alves de Souza chegou, recém-formado a esta cidade, ele era moço, alto, bonitão, mas já bilhete corrido, isto é, casado, mais ou menos como o Dr. Rubens hoje. Aconteceu que, um certo dia, houve uma briga na zona boêmia. Duas moças entraram em tapas, chutes e pancadas pelos motivos comuns, isto é, ciúme...
Causos Assombração vira guarda noturno lá nas Paineiras Naqueles bons tempos, na querida Paineiras, quase me doutorei em Assombração. Meu Mestre, tio Antônio Pio, vai dando as aulas sobre coisas do outro mundo, no local mesmo onde casos acontecem. É aqui, dentro de sua loja de secos e molhados, bem instalada, é claro, para servir a freguesia.  Sobre o balcão, vejam a balança que mexe sozinha. De noite, sem mais aquela, garrafas de vinho dão de cair das prateleiras. E se esborracham, espalhando no chão uma mancha vermelha. Estou de olho. Antes, porém, que arremate minhas investigações, o mestre intervém. Tudo entra no normal. Óculos na ponta do nariz, ele se põe a ler o volumoso e ilustrado Manual de Magia Negra. Figuras bem pretas mostram o ritual das invocações e as aparições, que as acompanham na certa. Cruz credo, grita quem tem coragem de olhar até o fim...
Causos Abaeté - Terra dos Josés Mais um causo da terra dos Josés!
Causos O enterro do Eugênio Tudo pode acontecer no funeral de um indigente....
Causos A surpresa do Amador A volta dos “pracinhas” brasileiros ao nosso país, após a II Guerra Mundial, foi comemorada por todos com grande entusiasmo. E não foi diferente cá em Abaeté. A casa do “seu” Antônio Cordeiro, o nosso saudoso Tonico Sarrita, nos primeiros dias após a chegada do conterrâneo Inácio Cordeiro, estava sempre cheia de pessoas de todas as classes, principalmente grupos de estudantes, que, curiosamente, queriam ver e entrevistar o “pracinha” que retornara da terra...
Causos Coitado do Zé Causo de um leitor tímido, que enviou, por carta anônima, esta simples homenagem aos Sem-terras pacíficos, humildes e bem intencionados.
Causos Calinda e Helena Silva Esta pequena história é dedicada ao grande mestre Ariosvaldo Campos Pires, meu advogado, graças a Deus, e velho amigo dos tempos de criança. Aliás, eu permaneço na dúvida se dedico a ele ou à sua mãe, Dona Selma Pires, aquele anjo de bondade que, certa vez, reuniu a colônia de Abaeté em BH para ajudar os pobres e indigentes da Vila Vicentina que estavam em dificuldade financeira. Ou se dedico à Fernanda, a mulher mais bonita e inteligente de Minas, vejam vocês, pela ascendência, pela cultura e também, ora pílulas, pelo próprio nome.
Causos O intelectual Naqueles idos tempos aqui em Abaeté, existia gente de toda espécie: ricos, intelectuais, inteligentes e abastados. Por outro lado, havia os menos afortunados, iletrados, analfabetos mesmo. Sem terem a oportunidade de estudar, se avaliam da bravura, eram valentes e corajosos. Entre os primeiros, tínhamos um professor respeitadíssimo, vaidoso: só andava de gravata, paletó, jaquetão até mesmo com uma flor na lapela e uma bengala lustrosa, com ponta de prata, símbolo de prosperidade...
Causos Tatu galinha Padre Kerdole veio de Tiros para assumir a paróquia de Abaeté, naqueles idos de 1895. Político na cidade, considerado imbatível na política local. Perdeu a eleição e, frustrado, desistiu de continuar. Somente mais tarde, o médico sanitarista, Dr. Lili, adquiriu prestígio junto ao eleitorado, debelando a Febre Espanhola, que dizimou várias famílias da região, candidatou-se e ganhou a Prefeitura. Dr. Viana saiu para ocupar uma cadeira no Senado Federal...
Causos É macho ou fêmea? Causo de Gerson Lopes, publicado em fevereiro de 1996.
Causos Tonho da Farinha Podre e a Televisão Causo de Lúcia Maria Pereira de Andrade, sobre o Tonho da Farinha Podre, uma pessoa muito popular e querida na nossa cidade.
Causos Rico, por quê Rico? O saudoso Dr. Avelino Dirino Arruda era um exemplo de elegância e bom gosto. Elegância pessoal, no andar, no se vestir e, principalmente, numa extradordinária elegância moral. Certa manhã, após barbear-se, tomar café, pôr a gravata, o paletó e ouvir um disco de música clássica, ele se dirigiu ao seu consultório, que ficava ao lado de sua residência...
Powered by iZap Plus 2007 © 2007-2007 - Nosso jornal abaeté