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Memória Contrastes e memória Os abaeteenses mais idosos que moram fora de Abaeté, quando voltam à nossa terrinha, encontram tantas coisas fora de sua memória... Ao passar pelas avenidas Dr Guido e Barão do Indaiá, notarão, no meio destas, as imponentes palmeiras imperiais, substituindo os postes no meio da rua, iluminação clara da Cemig, asfalto limpinho, ruas bem cuidadas, sem poeiras.
Memória Quem se lembra como era a Praça da Prefeitura em 1929? Quem se lembra como era a Praça da Prefeitura em 1929? A foto foi enviada pela assinante Maria Cristina Fiusa Saldanha, a quem muito agradecemos.
Memória O carnaval de 1937 O primeiro bloco do Carnaval de rua de Abaeté foi criado no Marmelada, em 1937, pelos jovens (em pé, da esquerda para a direita): Alda, Adelaide do Jorge Barbeiro, Lourencinha, Ana e Maria da Gabriela, Geralda e Docha da Maria do Zé Lino, Zoroastro, Geralda da Paz, Tuá , Tajimira , Arlinda do Zé Peroba. Agachados, estão Zé Lopes, Geraldo Matão, Geraldo da Isabel, Maestro Waltinho, Barroso do Piston, José Alves dos Santos, João do Dario, Gatinho do Mauro Augusto, Geraldo do Berola, Zé da Gabriela, Sebastião e Laércio do Berardo. Deitadas, as rainhas Maria do Dario e Olinda da Chola. A foto, cedida por Jorge Barbeiro, foi publicada na edição 17 do Nosso Jornal.
Memória O político mais votado O vereador mais votado de toda a história de Abaeté foi Dr. Amador Álvares da Silva. Em 1958, ele obteve nada menos que 1.751 votos, de um total de 6.654 eleitores. O segundo colocado foi Dr. Canuto, com 710 votos. Antes de conseguir esta espetacular votação, Dr. Amador tinha sido prefeito de Abaeté (1951-1955), quando recebeu o então governador de Minas Gerais, Juscelino Kubistchek. Ele exerceu um segundo mandato como prefeito de 1963 a 1967.
Memória A política de 1937 Conheça um pouco da história da política nesse ano.
Memória Conferência de 1954 Foto batida em 1954, na comemoração do cinqüentenário de fundação da Conferência Nossa Senhora do Patrocínio. Nela, aparecem vários confrades ilustres e saudosos: Romeu, José Alberto, Tininho, Francisco Soares, Francisco Pires, Manoel Soares, Cecílio, Paulo Mourão, João Lataliza , entre outros. Quem poderia nos ajudar a identificar os demais que aparecem na foto cedida por Áurea Alves de Lima e publicada na edição 71 do Nosso Jornal, em agosto/2001?
Memória Grupo Frederico Zacarias O primeiro grupo escolar de Abaeté foi inaugurado em 1º de Agosto de 1921. Em 1936, ele passou a denominar-se “Frederico Zacarias”, em homenagem ao grande abaeteense que acabava de falecer. Em seu livro “História de Abaeté”, Dr. José Alves de Oliveira relaciona as primeiras professoras da escola: Leonardo Vieira Campos, Maria de Campos Cordeiro, Vitalina Maria de Oliveira, Maria de Freitas Mourão, Ana de Campos Cordeiro, Lígia Lopes Cançado , Maria de São Pedro Leite e Arlinda Guimarães Andrade. O primeiro diretor efetivo foi Artur Mendonça de Alvarenga Mafra; D. Carmelita Rodrigues Guimarães foi a primeira servente e Antônio Soares de Faria Branco, o primeiro porteiro.
Memória Abaeté Atlético Clube em 1962 Agradecemos ao assinante Eduardo Menezes pelo envio da foto do Abaeté Atlético Clube, tirada pelo “Foto Anibal” em 1962. Aqui, da esquerda para a direita estão Mário, Gordo, Lefe, Tigrão, Tonho Preto, e Eduardo (em pé), Sizinio, Ildeu, Siriema, Jonatas, Silvio, Getulio e Ivan (agachados). Além de jogador, Dr. Sizínio Alberto era também o treinador do time.
Memória Riqueza Cultural Quem não se comove ao lembrar-se dos simples acontecimentos da infância? A velha casa dos avós, o cheiro do almoço de domingo em família? A escola onde aprendemos a ler e a escrever, e conhecemos nossos grandes amigos? A bela praça onde brincávamos até o fim da tarde? (Leia mais).
Memória 90 anos do Hospital São Vicente de Paulo Saiba um pouco da história do Hospital São Vicente de Paulo
Memória Dr. Amador Neto de Antônio Zacarias Álvares da Silva (Barão do Indaiá), Dr. Amador Álvares da Silva nasceu em Abaeté dia 13 de julho de 1905, filho de Clarice e José Zacarias Álvares da Silva. Formou-se em Medicina pela Universidade Federal, em 1933 e exerceu a profissão de médico até janeiro de 1987, nove meses antes de falecer. Quando estudante, foi titular (centro-avante) do Clube Atlético Mineiro. Foi também um dos mais temíveis atacantes do Abaeté Atlético Clube, de quem era torcedor incondicional.
Memória Centenário* do autor da história de Abaeté Filho de Orozimbo Alves de Oliveira e Maria Eulália de Oliveira, JOSÉ ALVES DE OLIVEIRA nasceu, a 1º de maio de 1905, em Abaeté. Ensinou-lhe as  primeiras  letras  a  professora Maria de Freitas Mourão, regente de uma das cadeiras isoladas, à época na cidade natal.* O centenário foi completado em 2005, quando saiu essa matéria.
Memória Dr. Canuto Alves Cruz e Sousa Homenagem a um grande médico e político que ajudou a construir a história de Abaeté
Memória Os bons tempos do Abaeté Atlético Clube Trechos do livro de Gerson Lopes, Ídolos em Pauta, sobre o antigo clube de futebol ganhador de diversos títulos.
Memória História de Abaeté em exposição Que tal visitar uma exposição e verificar as mudanças ocorridas no conjunto arquitetônico de Abaeté, a partir de dados históricos, entrevistas e da comparação de fotos antigas e atuais de diversos pontos e construções da Cidade-Menina? Esse trabalho, desenvolvido pelos alunos do 1º e 3º anos do Ensino Médio da E. E. “Dr. Edgardo da Cunha Pereira, sob coordenação da professora Ivanete, será exposto dia 05 de novembro, durante as comemorações do 127º aniversário da cidade.
Memória A saga da Família Tuffi Sr. Tuffi Alexandre, libanês, grande guerreiro, destemido, talvez por influências inconscientes ou até genéticas das descendências, quem sabe do sobrenome Alexandre, nos remete ao grande conquistador da Macedônia, que em 332 a.C., conquistou o território do Líbano, ficando este sob o domínio grego até 63 a.C. Saiba mais sobre a saga dessa família que ajudou na construção de Abaeté.
Memória A saga da família Nicoli e Nery A formação da sociedade abaeteense é composta de variadas etnias, das quais recebeu influências significantes, como das famílias italianas que aqui vieram residir no início do século XIX e no século XX, no período da Primeira Guerra Mundial. A característica econômica de Abaeté, toda voltada para o comércio, por exemplo, se deve em muito à contribuição de povos estrangeiros. Durante a nossa pesquisa histórica, surgiram fatos impressionantes, que estão bem guardadas na memória dos descendentes dos Nicoli e Nery. Saiba mais.
Memória A política de um Abaeté que tinha um cinema e postes no meio das ruas de terra Fruto da inteligência, da dedicação e da vagabundagem de um seleto grupo de discípulos do Baco, eis que vem à luz este vibrante pasquim, para tornar-se porta-voz de todos aqueles que trocam a noite pelo dia e defensor incansável da plêiade alegre de eleitos que fazem desta amarga vida uma mistura paradisíaca de pinga com limão. De há muito que Abaeté reclamava o que ora lhe oferecemos: um jornal que fosse o espelho fiel de seu progresso e da laboriosidade de seus filhos e que traduzisse nitidamente o descalabro e a pasmaceira que dominam os poderes públicos municipais; que denunciasse aos abaeteenses as tapeações e as negociatas dos politiqueiros locais e que, principalmente, focalizasse aspectos poucos conhecidos de nossas sociedades (dizemos sociedades no plural, porque nesta terra existem duas sociedades distintas: a pessedista e a udenista), onde se destacam pais de família “modernadamente” liberais, que disputam amantes com os filhos e onde se destacam senhoras virtuosas e “caridosas”, que  trocam de amores como o Sr. Eduardinho de Partidos”...
Memória D. Célia e Dr. Ary - Enriquecendo a história de Abaeté Em 1944, quando o Dr. Sizínio Alberto comentou com suas alunas na Escola Normal de Abaeté que iria a Belo Horizonte buscar um colega da Faculdade de Odontologia para trabalhar com ele em Abaeté, Dona Célia Campos Simões disse: “Traga um moço bem bonito, que eu vou me casar com ele”. Saiba mais.
Memória Frei Mário Saiba um pouco da história de Frei Mário.
Memória Faculdade... Sonho realizado Pra quem sonhava em poder fazer um curso superior, o sonho da faculdade na Cidade-Menina foi concretizado e hoje jovens podem ter um diplona de 3º grau, novas carreiras e batalhar por uma vaga melhor no concorrido mercado de trabalho.
Memória O nosso Brizola Crônica de Wagner Túlio, publicada em maio de 2002
Memória Era uma vez um velho casarão... Enquanto tramita na Câmara Municipal um projeto de lei que estabelece as normas de proteção do patrimônio cultural de Abaeté, a cidade perde sua mais antiga fachada. Datado de 1917, o imponente casarão em estilo barroco, localizado na Avenida Simão da Cunha, ao lado do Banco do Brasil, foi demolido dia 20 de abril para a ampliação do estacionamento da Cooperativa Mista de Abaeté. (Leia mais)
Memória Futebol de Antigamente... Nos idos de 1945, ou seja, há 57 anos, houve uma disputadíssima partida de futebol entre as equipes do juvenil do Abaeté Atlético Clube contra o juvenil do Dorense Futebol Clube, em Dores do Indaiá. Nosso time saiu vitorioso pelo placar de 4 a 2, sendo os nossos gols marcados por Júlio Alberto (2) e Maziquinho (2). Marcos Valdir marcou os dois do Dorense. A equipe de Abaeté (foto) contava com os seguintes valores: Élcio Pedreiro, Árdisson Porto, Orestes, João Miguel, Hélio da Elódia, Zezé do Galdino, Vicente da Naná, Coruja do Custodinho, Milton do Juscelino, Júlio Alberto e Maziquinho. Bons tempos aqueles...
Memória O futebol em 1965 Torneios internos sempre foram tradicionais nas escolas abaeteenses. A foto acima, da equipe da 2ª Série Ginasial, foi tirada em 28/03/65, durante o Campeonato Interno da CNEG. Os estudantes ginasiais enfrentaram a equipe do Comércio, empatando em 2 x 2. Em pé, da esquerda para a direita, estão: Helvécio, Daltinho, Jerovi, Dedeco, Álvaro, Nelson, Maria Amélia e Dr. Tomé.  Agachados: Luizico, Helcinho, Ronaldo, Abelardo e Pedrinho.
Memória Era uma vez uma Cidade-Menina que andava de trem e de carro de boi... Um bom pedaço da história de Abaeté nos últimos cento e poucos anos pode ser encontrado às margens do Velho Chico. Ali, a Fazenda Buritizinho, mais conhecida como Fazenda do Porto de Pompéu, guarda resquícios de uma época em que os principais meios de transporte do Brasil eram o carro de bo e o trem de ferro. (Na foto, Dona Dalca na fazenda do Porto)
Memória Pré-escolar em 1939, da Escola Estadual "Frederico Zacarias" Quem reconheceria hoje esta fantástica turminha do Pré-Escolar da Escola Estadual Frederico Zacarias, dirigida pela saudosa D. Conceição, em 1939? Pois aí estão, (da direita para esquerda): Dr. Ricardo, Marcelo, Marinez ( no alto), Afrânio, Derval Ildeu, --- Vanda, Oraida e Aimê Calábria (2ª fila), Cláudio, Júlio, Cícero, ---, --- e Frei Teófilo (3ª fila), Policena, Marília, Maurício, Ana Lúcia, ---, Saly e Fernando (4ª fila), Regina, Zulma, Didi, Bicurica, Maria Luíza, Lucinda e Mariza (5ª fila).
Memória Lembrança de Menino Crônica de Dr. Ildeu Alves de Souza, sobre suas lembranças da antiga Cidade-Menina.
Memória Lembrança de Menino II Esta fotografia que guardo como lembrança de menino é da praça onde moro há mais de 70 anos. Antigamente, Praça do Jardim, posteriormente Praça Tiradentes e hoje com o nome do grande conterrâneo, Dr. Amador Álvares. (Leia Mais)
Memória Capelinha de São José: Patrimônio Arquitetônico e de fé! Capelinha de melão... Não é de São João. Com sua torre de altaneira, ela é um templo da fé, a Capelinha de São José. (Leia mais)
Memória Time de Contabilidade em 1965. Eis aí o time formado pelos alunos do Curso Técnico Contbilidade da antiga CNEG, integrante do Grêmio Estudantil de Abaeté, em 1965. Da esquerda para a direita (em pé): Nino, Tião, Edward Abreu, Sílvio, Antônio Pereira, Evandro, Indelécio e Fredeiro. Agachados, estão Gerson, Getúlio, Romeuzinho, José Eustáquio Juqué, Guido e Bacalhau.
Memória Abaeté de nossa infância Recebi com satisfação o folheto sobre a criação do MAC e a constituição de sua diretoria. A criação dessa importante entidade, vem em boa hora, justamente, no momento em que as nações estão temendo os efeitos da globalização. Nós, abaeteenses, estamos antecipando essa onda mundial e tratando de nos unir num bloco talvez mais forte que o Mercosul. (Leia mais)
Memória Patrimônio do Saber  Sempre que busco na memória lembranças que me são caras, perco-me na infância, em meio a brincadeiras de roda, jogos de passar anel, esconde-esconde, passeios, bailados, festas juninas, Três Porquinhos...
Memória Sô Niquinho e as festas de junho Neste mês de junho, começam as nossas festas juninas, já tão esquecidads das homenagens ao São João. Em Abaeté, temos uma tradição autêntica das danças de quadrilhas. Vemos estampada nos rostos das pessoas uma alegria em participar dos festejos. No dia 13, Santo Antônio recebe a justa homenagem do povo abaeteense, numa verdaderia peregrinação de fé. (Leia mais)
Memória Time de Professores da CNEC em 1969 Eis aí o glorioso Time dos Professores da CNEC, nos idos de 1969. Os mestres sempre perdiam para seus alunos, mas nesta partida - 22 de junho 1969 - saíram vitoriosos com gol de cabeça de Laércio e outro de pênalti, cobrado por Silvinho. Os alunos da 4ª série jogaram bem, mas a técninca dos professores falou mais alto. Resultado: 2x0. O juiz da partida foi o Prof. Indelécio e o chute inicial da partida foi dado pelo Dr. Tomé Lucas Pereira. Na foto, vocês conferem, da esquerda para a direita: Dr. Darci (promotor), João Dias, Spilvio, Carlos, Silvinho e Élcio (em pé); Laércio, Gerson, Colírio, Dr. Sizínio e Zé Arcanjo (agachados).
Memória Memória em estilo Art- Nouveau Ela se destaca suntuosa em sua arquitetura com influências estilo Art-Nouveau (do fracês, nova arte, novo estilo). Erguida em meados dos anos 40, faz parte daquelas construções sólidas, naquela época, quase sempre com base para um segundo pavimento. (Leia mais)
Memória Resgatando a nossa história Queremos começar através dessa edição, um trabalho de pesquisa, de resgate das nossas tradições, do nosso patrimônio estético e cultura. E, assim, preservar em tempo a nossa memória, as nossas raízes, o nosso presente, nosso futuro, nossa saudade, nossos sonhos, nossas vidas. Nossas casas antigas, a arquitetura de nossas fazendas com suas singelas, suas riquezas de formas, seu autêntico colonial precisam ser preservadas, amparadas como patrimônio, pois são fontes inestimáveis para o registro e preservação da memória e da história de nossa região, nessas Minas Gerais.
Memória Confraternização do BEMGE em 1970 1970 - Confraternização da turma do BEMGE, numa época em que trabalhar no Banco do Estado era privilégio dos homens. Como Raimundo, José de Oliveira, Prof. Modesto, Getúlio, Antônio Lúcio e Antônio Pereira (sentados), Vicente, Indelécio, Evandro, Manuelito, Ivan, Gerson e Ildeu de Carvalho. Há 27 anos...
Memória Na grandeza do silêncio Existem valores que se colocam à margem. Dão a sua parcela de esforço, sem pleitear aplausos. Sem buscar louvores. Em seu trabalho construtivo, discreto, apagado, humilde, mas convincente. (Leia mais)
Memória Zé Cândido Você fazia parte da U.D.N., e eu, como neto do Toizinho Eduardo e sobrinho do Dr. Canuto, não poderia nunca ficar admirando-o. Era a regra em Abaeté. No entanto, já admirava sua energia e disciplina como diretor do Estadual, não permitindo que a minha “Norinha” viesse “matar aulas” para me namorar. Além de um professor enérgico na escola, você foi um mestre extremamente eficiente na arte de pescar.  (Leia mais)
Memória Nossa Gente Pessoas que marcam época em nossa cidade sempre se destacaram em fazer algo inédito. Famosos jogadores de futebol, como José do Monte, grandes músicos, políticos e muita gente valente, que sempre fizeram jus ao título de verdadeiros abaeteenses. Neste espaço, vamos falar de pessoas simples de nossa terra. (Leia mais.)
Memória Primeiro Grêmio Estudantil Nesta foto, cedida por Tarcísio Lage, através da Nerinha, vemos a diretoria do primeiro grêmio estudantil da CNEC, ao criar sua biblioteca, em 1959. Nela aparece o presidente do Grêmio Litero-estudantil Castro Alves, o “Colírio”, ladeado dos presidentes de honra do grêmio, Professor Lídio e Professor Modesto. E os demais membros da diretoria - José Osvaldo Vargas, Tarcísio Lage, Francisco de Almeida Campos, Alfredo Campos, Fernando e Osvaldo José. Período áureo da Democracia e dos Movimentos Estudantis, que tinham o seu espaço de destaque no cenário nacional, com lideranças positivas em todos os setores.
Memória Gurpo de voluntários em 21 de abril de 1931 Esta foto histórica, cedida por Primo Lopes Filho, foi tirada em frente ao grupo escolar José Bonifácio, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, dia 21 de abril de 1.931. Na data cívica do mártir da Inconfidência Mineira, o então prefeito Dr. Antônio Amador Álvares da Silva, o Dr. Lili, enviou esta turma de voluntários abaeteenses à Capital, numa demonstração de solidariedade ao governador do Estado, Olegário Maciel. Alguns componentes do grupo foram identificados pelo Priminho. Confira, da direita para a esquerda: Geraldo Valentim, B. Nunes, Amado Nicoli, Sousa Camargos, Hermógenes, Priminho, Luiz da Alzira, Mozart, Washington de Sousa, Pavão, Dr. Amador Álvares da Silva, Juquinha Feijó, Afonso Lamounier de Andrade, Chico Franco, Atabalipa José Pereira, Paulo do Inacinho, Oscarão, Luiz Bordoni, Nonô do Lasma, Sebastião do Luizinho, Francisco Pires, Izaac Dutra, José da Regina, Inácio Saint-Clair e, bem no campo, de chapéu, Dr. Lili.
Memória A banda do Aristeu Pra matar saudades, eis ai uma foto da Banda, tirada em 1932. Sentados, da esquerda para a direita, estão Joaninho, Bila, José Campos, Priminho, Aristeu e o garoto José do Tote, Geraldo Andrade e Chiquinho Professor. Em pé, no meio, você pode ver Cristóvão, José Baiano, Piruca, Jader Moura, Souza Camargo, Tote e Geraldo Belucho. E atrás, os músicos Du da Chola, Zé do Cota, Fiinho do Dario, Izaac Dutra, Bia Pedreiro, Mazico e Galdino Campos.
Memória Como começou a divisão político-partidária de Abaeté? Para responder a esta questão e oferecer às novas gerações uma visão geral da história política de Abaeté, pedimos a colaboração de Frei Carlos Josaphat, que escreveu a crônica ao lado, conversamos com algumas pessoas e consultamos o livro “História de Abaeté”, de Dr. José Alves de Oliveira. Leia, abaixo, o resumo desta primeira pesquisa.
Memória Raider Boys Enquanto os novos talentos explodem no Abaeté dos anos 90, a geração dos quarentões e cinquentões certamente se lembrará dos “Raider Boys”, banda pela qual passaram dezenas de músicos, a partir da década de 60. Na foto acima, a última turma do conjunto, que fez a festa de inauguração do Salão Paroquial, no Abaeté Clube, Nosso Clube e em praticamente todas as cidades da região: Tonha Maria na bateria, Joaquim no baixo, Élio Romualdo, Ronaldo Soares e Diis, na guitarra e vocal.
Memória O cine dos nossos sonhos É tem razão o Júlio Alberto: “saudade é mesmo um trem danado...” Ainda agora, após reler o seu artigo, me vejo em frente ao “Cine Abaeté”. A sessão começava às 20 horas. A Marta, com sua simpatia de sempre, na bilheteria. O sr. Inácio, na porta, recolhendo os ingressos, atrasando um pouquinho a sessão, na expectativa de se lotar ainda mais a sala. (Leia mais)
Memória Antiga Praça Amador Álvares Em 1878, a praça Amador Álvares era conhecida or Largo do Comércio ou Largo do Cemitério,uma vez que se prolongava até os muros do velho cemitério paroquial, onde hoje é o Banco do Brasil. Em 1917, o largo foi  ajardinado, cercado de telas e povoado de eucaliptos, ficus e palmeiras. No centro, foi construído um coreto, onde a banda de música tocava aos domingos. (Leia mais)
Memória Esbanjando encantos e belezas Às vezes coisas ou encontros bolem com o coração da gente. E vem aquela vontade de falar. É preciso jogar para a frente o recado, enquanto está quente. Nessas horas, nós voltamos, quase sem pensar, para quem nos dá mais gosto de conversar. Esses parceiros de uma boa prosa não estão aí, nesta nossa querida cidade? Ela vem curtindo, já faz tempo, um forte espírito comunitário. E sonha lindos sonhos de paz e solidariedade. (Leia mais)
Memória A equipe juvenil do CIA Dia 13 de maio de 1964, a equipe juvenil do Clube Independentes de Abaeté venceu o Juvenil União, em Martinho Campos, por 3x1, com gols de Sapinho, Corujinha e Capaça. Na foto, as feras Waldir Bar (técnino), Tonho, Leo Porto, Zé do Cabolbo, Caçapa (Adelson), Ailton, Demárcio e o juiz Filipe (em pé). Agachados estão José Antônio, Cincinato, José Luiz, Corujinha, Vicente do Batista e Sapinho. A foto foi cedida pelo “seu” Valdir.
Memória Atlético Clube em 1949 E quem se lembra do time campeão de 1949? Foi o Abaeté Atlético Clube, formando pelos craques (da esquerda para a direita) Élcio, Inácio Cordeiro, João Miguel, Beba Oselieri, João Capanema, José Geraldo, Durval, Balofo, Oscarão, Teo. Agachados estão Chiquechique, Sizínio, Ivan Moura, Eilson e Hélio Pessoa. A foto foi cedida pelo Rômulo Soares.
Memória As formandas de 1966. Aí estão, som seus penteados chiquérrimos e os olhares rebeldes, característicos da época, as formandas de 1966 do Colégio Normal Nossa Senhora de Fátima. Veja se  você reconhece, da esquerda para a direita as jovens Zulma Oliveira, Helenice Soares, Maria Célia, Ana Afonso, Maria Helena Andrade, Analzira Barros, Maria da Glória Andrade, Orlanda Rabelo, Conceição Rodrigues, Maria de Lourdes Mendes, Erlanda Rabelo, Arilma Zago, Maria Alice dos Santos, Maria Luiza Mourão, Maria Alcione de Menezes, Lucinha Pereira, Lusia Valadares, Rosa Ordália de São José e Isilene Xavier de Vargas.
Memória Conjunto Sizínio Quem se lembra do conjunto do Dr. Sizínio Alberto, que, no início dos anos 60, agitava os carnavais do Abaeté Clube e as festas da cidade? Na foto, os componentes da banda: Tonho Parafuso e Joaquim Andrade (em pé), Vicente da Naná, Vicente Jaguaré, Sizínio Alberto, Joaquim Andrade, os garotos Sizininho e Estela Maris, Beousrinho e Zezé. A foto foi cedidade por Vicente Jaguaré.
Memória Quem se lembra da Rádio Clube? Quem se lembra da Rádio Clube de Abaeté, que funcionou durante 15 anos em caráter experimental (1961-75) ou do Bar Brasília, de propriedade do Waldir Rodrigues, ali na esquina das Ruas Dr. Antônio Amador com Floriano Peixoto? Na história de centenas de abaeteenses, esses nomes devem estar escritos em negrito, pois, ali, num auditório anexo ao bar, era realizados, aos domingos, shows culturais do maior gabarito. As crianças eram convidadas através da rádio e, no auditório, aconteciam os shows musicais, sorteios, brincadeiras, etc...
Memória Quem se lembra das primeiras turmas de Formação do Colégio Normal? Reveja algumas das formandas do ano de 1963. (Leia mais).
Memória Ao tio Zé, com carinho! Texto de Dr. Fernando Soares e poema de Expedito Noronha em homenagem ao Zé do Quinzinho.
Memória Lembranças de outros carnavais... Que tal copiar um dos modelitos acima para brincar o Carnaval 99? Na década de 50, era assim mesmo, de terno e gravata, que os nossos jovens curtiam os Gritos de Carnaval no Abaeté Clube e no Nosso Clube. As mocinhas também iam para os bailes com os melhores e mais bem comportados trajes de festa. Na época em que o nosso clima era bem mais fresco, o lança-perfume era liberado e a galera se divertia pra valer com os banhos de confetes e serpentina, os desfiles do bloco do Marmelada, as eleições do Rei, Rainha e Princesas do Carnaval. Na foto acima, temos (de trás para a frente), João da Eva, Celina Guimarães, Osmar Gomes e Helena do Sueta.
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