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Memória Contrastes e memória
Os abaeteenses mais idosos que moram fora de Abaeté, quando voltam à
nossa terrinha, encontram tantas coisas fora de sua memória... Ao
passar pelas avenidas Dr Guido e Barão do Indaiá, notarão, no meio
destas, as imponentes palmeiras imperiais, substituindo os postes no
meio da rua, iluminação clara da Cemig, asfalto limpinho, ruas bem
cuidadas, sem poeiras.
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Memória Quem se lembra como era a Praça da Prefeitura em 1929?
Quem se lembra como era a Praça da Prefeitura em 1929? A foto foi enviada pela assinante Maria Cristina Fiusa Saldanha, a quem muito agradecemos.
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Memória O carnaval de 1937
O primeiro bloco do Carnaval de rua de Abaeté foi criado no Marmelada, em 1937, pelos jovens (em pé, da esquerda para a direita): Alda, Adelaide do Jorge Barbeiro, Lourencinha, Ana e Maria da Gabriela, Geralda e Docha da Maria do Zé Lino, Zoroastro, Geralda da Paz, Tuá , Tajimira , Arlinda do Zé Peroba. Agachados, estão Zé Lopes, Geraldo Matão, Geraldo da Isabel, Maestro Waltinho, Barroso do Piston, José Alves dos Santos, João do Dario, Gatinho do Mauro Augusto, Geraldo do Berola, Zé da Gabriela, Sebastião e Laércio do Berardo. Deitadas, as rainhas Maria do Dario e Olinda da Chola. A foto, cedida por Jorge Barbeiro, foi publicada na edição 17 do Nosso Jornal.
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Memória O político mais votado
O vereador mais votado de toda a história de Abaeté foi Dr. Amador Álvares da Silva. Em 1958, ele obteve nada menos que 1.751 votos, de um total de 6.654 eleitores. O segundo colocado foi Dr. Canuto, com 710 votos. Antes de conseguir esta espetacular votação, Dr. Amador tinha sido prefeito de Abaeté (1951-1955), quando recebeu o então governador de Minas Gerais, Juscelino Kubistchek. Ele exerceu um segundo mandato como prefeito de 1963 a 1967.
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Memória A política de 1937
Conheça um pouco da história da política nesse ano.
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Memória Conferência de 1954
Foto batida em 1954, na comemoração do cinqüentenário de
fundação da Conferência Nossa Senhora do Patrocínio. Nela, aparecem vários
confrades ilustres e saudosos: Romeu, José Alberto, Tininho, Francisco Soares,
Francisco Pires, Manoel Soares, Cecílio, Paulo Mourão, João Lataliza , entre
outros. Quem poderia nos ajudar a identificar os demais que aparecem na foto
cedida por Áurea Alves de Lima e publicada na edição 71 do Nosso Jornal, em
agosto/2001?
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Memória Grupo Frederico Zacarias
O primeiro grupo escolar de Abaeté foi inaugurado em 1º de Agosto de 1921.
Em 1936, ele passou a denominar-se “Frederico Zacarias”, em homenagem ao grande
abaeteense que acabava de falecer. Em seu livro “História de Abaeté”, Dr. José
Alves de Oliveira relaciona as primeiras professoras da escola: Leonardo Vieira
Campos, Maria de Campos Cordeiro, Vitalina Maria de Oliveira, Maria de Freitas
Mourão, Ana de Campos Cordeiro, Lígia Lopes Cançado , Maria de São Pedro Leite
e Arlinda Guimarães Andrade. O primeiro diretor efetivo foi Artur Mendonça de
Alvarenga Mafra; D. Carmelita Rodrigues Guimarães foi a primeira servente e
Antônio Soares de Faria Branco, o primeiro porteiro.
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Memória Abaeté Atlético Clube em 1962
Agradecemos ao assinante Eduardo Menezes pelo envio da foto do Abaeté Atlético Clube, tirada pelo “Foto Anibal” em 1962. Aqui, da esquerda para a direita estão Mário, Gordo, Lefe, Tigrão, Tonho Preto, e Eduardo (em pé), Sizinio, Ildeu, Siriema, Jonatas, Silvio, Getulio e Ivan (agachados). Além de jogador, Dr. Sizínio Alberto era também o treinador do time.
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Memória Riqueza Cultural
Quem não se comove ao lembrar-se dos simples acontecimentos da infância? A velha casa dos avós, o cheiro do almoço de domingo em família? A escola onde aprendemos a ler e a escrever, e conhecemos nossos grandes amigos? A bela praça onde brincávamos até o fim da tarde? (Leia mais).
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Memória 90 anos do Hospital São Vicente de Paulo
Saiba um pouco da história do Hospital São Vicente de Paulo
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Memória Dr. Amador
Neto de Antônio Zacarias Álvares da Silva (Barão do Indaiá), Dr. Amador
Álvares da Silva nasceu em Abaeté dia 13 de julho de 1905, filho de
Clarice e José Zacarias Álvares da Silva. Formou-se em Medicina pela
Universidade Federal, em 1933 e exerceu a profissão de médico até
janeiro de 1987, nove meses antes de falecer. Quando estudante, foi
titular (centro-avante) do Clube Atlético Mineiro. Foi também um dos
mais temíveis atacantes do Abaeté Atlético Clube, de quem era torcedor
incondicional.
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Memória Centenário* do autor da história de Abaeté
Filho de Orozimbo Alves de Oliveira e Maria Eulália de Oliveira, JOSÉ
ALVES DE OLIVEIRA nasceu, a 1º de maio de 1905, em Abaeté. Ensinou-lhe
as primeiras letras a professora Maria de Freitas Mourão, regente
de uma das cadeiras isoladas, à época na cidade natal.* O centenário foi completado em 2005, quando saiu essa matéria.
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Memória Dr. Canuto Alves Cruz e Sousa
Homenagem a um grande médico e político que ajudou a construir a história de Abaeté
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Memória Os bons tempos do Abaeté Atlético Clube
Trechos do livro de Gerson Lopes, Ídolos em Pauta, sobre o antigo clube de futebol ganhador de diversos títulos.
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Memória História de Abaeté em exposição
Que tal visitar uma exposição e verificar as mudanças ocorridas no
conjunto arquitetônico de Abaeté, a partir de dados históricos,
entrevistas e da comparação de fotos antigas e atuais de diversos
pontos e construções da Cidade-Menina? Esse trabalho, desenvolvido
pelos alunos do 1º e 3º anos do Ensino Médio da E. E. “Dr. Edgardo da
Cunha Pereira, sob coordenação da professora Ivanete, será exposto dia
05 de novembro, durante as comemorações do 127º aniversário da cidade.
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Memória A saga da Família Tuffi
Sr. Tuffi Alexandre, libanês, grande guerreiro, destemido, talvez por
influências inconscientes ou até genéticas das descendências, quem sabe
do sobrenome Alexandre, nos remete ao grande conquistador da Macedônia,
que em 332 a.C., conquistou o território do Líbano, ficando este sob o
domínio grego até 63 a.C. Saiba mais sobre a saga dessa família que ajudou na construção de Abaeté.
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Memória A saga da família Nicoli e Nery
A formação da sociedade abaeteense é composta de variadas etnias, das
quais recebeu influências significantes, como das famílias italianas
que aqui vieram residir no início do século XIX e no século XX, no
período da Primeira Guerra Mundial. A característica econômica de
Abaeté, toda voltada para o comércio, por exemplo, se deve em muito à
contribuição de povos estrangeiros. Durante a nossa pesquisa histórica,
surgiram fatos impressionantes, que estão bem guardadas na memória dos
descendentes dos Nicoli e Nery. Saiba mais.
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Memória A política de um Abaeté que tinha um cinema e postes no meio das ruas de terra
Fruto da inteligência, da dedicação e da vagabundagem de um seleto
grupo de discípulos do Baco, eis que vem à luz este vibrante pasquim,
para tornar-se porta-voz de todos aqueles que trocam a noite pelo dia e
defensor incansável da plêiade alegre de eleitos que fazem desta amarga
vida uma mistura paradisíaca de pinga com limão.
De há muito que Abaeté reclamava o que ora lhe oferecemos: um jornal
que fosse o espelho fiel de seu progresso e da laboriosidade de seus
filhos e que traduzisse nitidamente o descalabro e a pasmaceira que
dominam os poderes públicos municipais; que denunciasse aos abaeteenses
as tapeações e as negociatas dos politiqueiros locais e que,
principalmente, focalizasse aspectos poucos conhecidos de nossas
sociedades (dizemos sociedades no plural, porque nesta terra existem
duas sociedades distintas: a pessedista e a udenista), onde se destacam
pais de família “modernadamente” liberais, que disputam amantes com os
filhos e onde se destacam senhoras virtuosas e “caridosas”, que trocam
de amores como o Sr. Eduardinho de Partidos”...
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Memória D. Célia e Dr. Ary - Enriquecendo a história de Abaeté
Em 1944, quando o Dr. Sizínio Alberto comentou com suas alunas na
Escola Normal de Abaeté que iria a Belo Horizonte buscar um colega da
Faculdade de Odontologia para trabalhar com ele em Abaeté, Dona Célia
Campos Simões disse: “Traga um moço bem bonito, que eu vou me casar com
ele”. Saiba mais.
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Memória Frei Mário
Saiba um pouco da história de Frei Mário.
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Memória Faculdade... Sonho realizado
Pra quem sonhava em poder fazer um curso superior, o sonho da faculdade na Cidade-Menina foi concretizado e hoje jovens podem ter um diplona de 3º grau, novas carreiras e batalhar por uma vaga melhor no concorrido mercado de trabalho.
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Memória O nosso Brizola
Crônica de Wagner Túlio, publicada em maio de 2002
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Memória Era uma vez um velho casarão...
Enquanto tramita na Câmara Municipal um projeto de lei que estabelece
as normas de proteção do patrimônio cultural de Abaeté, a cidade perde
sua mais antiga fachada. Datado de 1917, o imponente casarão em estilo
barroco, localizado na Avenida Simão da Cunha, ao lado do Banco do
Brasil, foi demolido dia 20 de abril para a ampliação do estacionamento
da Cooperativa Mista de Abaeté. (Leia mais)
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Memória Futebol de Antigamente...
Nos idos de 1945, ou seja, há 57 anos, houve uma disputadíssima partida
de futebol entre as equipes do juvenil do Abaeté Atlético Clube contra
o juvenil do Dorense Futebol Clube, em Dores do Indaiá. Nosso time saiu
vitorioso pelo placar de 4 a 2, sendo os nossos gols marcados por Júlio
Alberto (2) e Maziquinho (2). Marcos Valdir marcou os dois do Dorense.
A equipe de Abaeté (foto) contava com os seguintes valores: Élcio
Pedreiro, Árdisson Porto, Orestes, João Miguel, Hélio da Elódia, Zezé
do Galdino, Vicente da Naná, Coruja do Custodinho, Milton do Juscelino,
Júlio Alberto e Maziquinho. Bons tempos aqueles...
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Memória O futebol em 1965
Torneios internos sempre foram tradicionais nas escolas abaeteenses. A foto acima, da equipe da 2ª Série Ginasial, foi tirada em 28/03/65, durante o Campeonato Interno da CNEG. Os estudantes ginasiais enfrentaram a equipe do Comércio, empatando em 2 x 2. Em pé, da esquerda para a direita, estão: Helvécio, Daltinho, Jerovi, Dedeco, Álvaro, Nelson, Maria Amélia e Dr. Tomé. Agachados: Luizico, Helcinho, Ronaldo, Abelardo e Pedrinho.
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Memória Era uma vez uma Cidade-Menina que andava de trem e de carro de boi...
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Memória Pré-escolar em 1939, da Escola Estadual "Frederico Zacarias"
Quem reconheceria hoje esta fantástica turminha do Pré-Escolar da Escola Estadual Frederico Zacarias, dirigida pela saudosa D. Conceição, em 1939? Pois aí estão, (da direita para esquerda): Dr. Ricardo, Marcelo, Marinez ( no alto), Afrânio, Derval Ildeu, --- Vanda, Oraida e Aimê Calábria (2ª fila), Cláudio, Júlio, Cícero, ---, --- e Frei Teófilo (3ª fila), Policena, Marília, Maurício, Ana Lúcia, ---, Saly e Fernando (4ª fila), Regina, Zulma, Didi, Bicurica, Maria Luíza, Lucinda e Mariza (5ª fila).
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Memória Lembrança de Menino
Crônica de Dr. Ildeu Alves de Souza, sobre suas lembranças da antiga Cidade-Menina.
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Memória Lembrança de Menino II
Esta fotografia que guardo como lembrança de menino é da praça onde
moro há mais de 70 anos. Antigamente, Praça do Jardim, posteriormente
Praça Tiradentes e hoje com o nome do grande conterrâneo, Dr. Amador
Álvares. (Leia Mais)
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Memória Capelinha de São José: Patrimônio Arquitetônico e de fé!
Capelinha de melão... Não é de São João. Com sua torre de altaneira, ela é um templo da fé, a Capelinha de São José. (Leia mais)
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Memória Time de Contabilidade em 1965.
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Memória Abaeté de nossa infância
Recebi com satisfação o folheto sobre a criação do MAC e a constituição
de sua diretoria. A criação dessa importante entidade, vem em boa hora,
justamente, no momento em que as nações estão temendo os efeitos da
globalização. Nós, abaeteenses, estamos antecipando essa onda mundial e
tratando de nos unir num bloco talvez mais forte que o Mercosul. (Leia mais)
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Memória Patrimônio do Saber
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Memória Sô Niquinho e as festas de junho
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Memória Time de Professores da CNEC em 1969
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Memória Memória em estilo Art- Nouveau
Ela se destaca suntuosa em sua arquitetura com influências estilo
Art-Nouveau (do fracês, nova arte, novo estilo). Erguida em meados dos
anos 40, faz parte daquelas construções sólidas, naquela época, quase
sempre com base para um segundo pavimento. (Leia mais)
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Memória Resgatando a nossa história
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Memória Confraternização do BEMGE em 1970
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Memória Na grandeza do silêncio
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Memória Zé Cândido
Você fazia parte da U.D.N., e eu, como neto do Toizinho Eduardo e
sobrinho do Dr. Canuto, não poderia nunca ficar admirando-o. Era a
regra em Abaeté. No entanto, já admirava sua energia e disciplina como
diretor do Estadual, não permitindo que a minha “Norinha” viesse “matar
aulas” para me namorar. Além de um professor enérgico na escola, você
foi um mestre extremamente eficiente na arte de pescar. (Leia mais)
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Memória Nossa Gente
Pessoas que marcam época em nossa cidade sempre se destacaram em fazer
algo inédito. Famosos jogadores de futebol, como José do Monte, grandes
músicos, políticos e muita gente valente, que sempre fizeram jus ao
título de verdadeiros abaeteenses. Neste espaço, vamos falar de pessoas
simples de nossa terra. (Leia mais.)
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Memória Primeiro Grêmio Estudantil
Nesta foto, cedida por Tarcísio Lage, através da Nerinha, vemos a
diretoria do primeiro grêmio estudantil da CNEC, ao criar sua
biblioteca, em 1959. Nela aparece o presidente do Grêmio
Litero-estudantil Castro Alves, o “Colírio”, ladeado dos presidentes de
honra do grêmio, Professor Lídio e Professor Modesto. E os demais
membros da diretoria - José Osvaldo Vargas, Tarcísio Lage, Francisco de
Almeida Campos, Alfredo Campos, Fernando e Osvaldo José. Período áureo
da Democracia e dos Movimentos Estudantis, que tinham o seu espaço de
destaque no cenário nacional, com lideranças positivas em todos os
setores.
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Memória Gurpo de voluntários em 21 de abril de 1931
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Memória A banda do Aristeu
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Memória Como começou a divisão político-partidária de Abaeté?
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Memória Raider Boys
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Memória O cine dos nossos sonhos
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Memória Antiga Praça Amador Álvares
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Memória Esbanjando encantos e belezas
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Memória A equipe juvenil do CIA
Dia 13 de maio de 1964, a equipe juvenil do Clube Independentes de Abaeté venceu o Juvenil União, em Martinho Campos, por 3x1, com gols de Sapinho, Corujinha e Capaça. Na foto, as feras Waldir Bar (técnino), Tonho, Leo Porto, Zé do Cabolbo, Caçapa (Adelson), Ailton, Demárcio e o juiz Filipe (em pé). Agachados estão José Antônio, Cincinato, José Luiz, Corujinha, Vicente do Batista e Sapinho. A foto foi cedida pelo “seu” Valdir.
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Memória Atlético Clube em 1949
E quem se lembra do time campeão de 1949? Foi o Abaeté Atlético Clube, formando pelos craques (da esquerda para a direita) Élcio, Inácio Cordeiro, João Miguel, Beba Oselieri, João Capanema, José Geraldo, Durval, Balofo, Oscarão, Teo. Agachados estão Chiquechique, Sizínio, Ivan Moura, Eilson e Hélio Pessoa. A foto foi cedida pelo Rômulo Soares.
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Memória As formandas de 1966.
Aí estão, som seus penteados chiquérrimos e os olhares rebeldes, característicos da época, as formandas de 1966 do Colégio Normal Nossa Senhora de Fátima. Veja se você reconhece, da esquerda para a direita as jovens Zulma Oliveira, Helenice Soares, Maria Célia, Ana Afonso, Maria Helena Andrade, Analzira Barros, Maria da Glória Andrade, Orlanda Rabelo, Conceição Rodrigues, Maria de Lourdes Mendes, Erlanda Rabelo, Arilma Zago, Maria Alice dos Santos, Maria Luiza Mourão, Maria Alcione de Menezes, Lucinha Pereira, Lusia Valadares, Rosa Ordália de São José e Isilene Xavier de Vargas.
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Memória Conjunto Sizínio
Quem se lembra do conjunto do Dr. Sizínio Alberto, que, no início dos anos 60, agitava os carnavais do Abaeté Clube e as festas da cidade? Na foto, os componentes da banda: Tonho Parafuso e Joaquim Andrade (em pé), Vicente da Naná, Vicente Jaguaré, Sizínio Alberto, Joaquim Andrade, os garotos Sizininho e Estela Maris, Beousrinho e Zezé. A foto foi cedidade por Vicente Jaguaré.
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Memória Quem se lembra da Rádio Clube?
Quem se lembra da Rádio Clube de Abaeté, que funcionou durante 15 anos
em caráter experimental (1961-75) ou do Bar Brasília, de propriedade do
Waldir Rodrigues, ali na esquina das Ruas Dr. Antônio Amador com
Floriano Peixoto? Na história de centenas de abaeteenses, esses nomes
devem estar escritos em negrito, pois, ali, num auditório anexo ao bar,
era realizados, aos domingos, shows culturais do maior gabarito. As
crianças eram convidadas através da rádio e, no auditório, aconteciam
os shows musicais, sorteios, brincadeiras, etc...
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Memória Quem se lembra das primeiras turmas de Formação do Colégio Normal?
Reveja algumas das formandas do ano de 1963. (Leia mais).
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Memória Ao tio Zé, com carinho!
Texto de Dr. Fernando Soares e poema de Expedito Noronha em homenagem ao Zé do Quinzinho.
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Memória Lembranças de outros carnavais...
Que tal copiar um dos modelitos acima para brincar o Carnaval 99? Na década de 50, era assim mesmo, de terno e gravata, que os nossos jovens curtiam os Gritos de Carnaval no Abaeté Clube e no Nosso Clube. As mocinhas também iam para os bailes com os melhores e mais bem comportados trajes de festa. Na época em que o nosso clima era bem mais fresco, o lança-perfume era liberado e a galera se divertia pra valer com os banhos de confetes e serpentina, os desfiles do bloco do Marmelada, as eleições do Rei, Rainha e Princesas do Carnaval. Na foto acima, temos (de trás para a frente), João da Eva, Celina Guimarães, Osmar Gomes e Helena do Sueta.
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Os abaeteenses mais idosos que moram fora de Abaeté, quando voltam à
nossa terrinha, encontram tantas coisas fora de sua memória... Ao
passar pelas avenidas Dr Guido e Barão do Indaiá, notarão, no meio
destas, as imponentes palmeiras imperiais, substituindo os postes no
meio da rua, iluminação clara da Cemig, asfalto limpinho, ruas bem
cuidadas, sem poeiras.
Quem se lembra como era a Praça da Prefeitura em 1929? A foto foi enviada pela assinante Maria Cristina Fiusa Saldanha, a quem muito agradecemos.
O primeiro bloco do Carnaval de rua de Abaeté foi criado no Marmelada, em 1937, pelos jovens (em pé, da esquerda para a direita): Alda, Adelaide do Jorge Barbeiro, Lourencinha, Ana e Maria da Gabriela, Geralda e Docha da Maria do Zé Lino, Zoroastro, Geralda da Paz, Tuá , Tajimira , Arlinda do Zé Peroba. Agachados, estão Zé Lopes, Geraldo Matão, Geraldo da Isabel, Maestro Waltinho, Barroso do Piston, José Alves dos Santos, João do Dario, Gatinho do Mauro Augusto, Geraldo do Berola, Zé da Gabriela, Sebastião e Laércio do Berardo. Deitadas, as rainhas Maria do Dario e Olinda da Chola. A foto, cedida por Jorge Barbeiro, foi publicada na edição 17 do Nosso Jornal.
O vereador mais votado de toda a história de Abaeté foi Dr. Amador Álvares da Silva. Em 1958, ele obteve nada menos que 1.751 votos, de um total de 6.654 eleitores. O segundo colocado foi Dr. Canuto, com 710 votos. Antes de conseguir esta espetacular votação, Dr. Amador tinha sido prefeito de Abaeté (1951-1955), quando recebeu o então governador de Minas Gerais, Juscelino Kubistchek. Ele exerceu um segundo mandato como prefeito de 1963 a 1967.
Conheça um pouco da história da política nesse ano.
Foto batida em 1954, na comemoração do cinqüentenário de
fundação da Conferência Nossa Senhora do Patrocínio. Nela, aparecem vários
confrades ilustres e saudosos: Romeu, José Alberto, Tininho, Francisco Soares,
Francisco Pires, Manoel Soares, Cecílio, Paulo Mourão, João Lataliza , entre
outros. Quem poderia nos ajudar a identificar os demais que aparecem na foto
cedida por Áurea Alves de Lima e publicada na edição 71 do Nosso Jornal, em
agosto/2001?
O primeiro grupo escolar de Abaeté foi inaugurado em 1º de Agosto de 1921.
Em 1936, ele passou a denominar-se “Frederico Zacarias”, em homenagem ao grande
abaeteense que acabava de falecer. Em seu livro “História de Abaeté”, Dr. José
Alves de Oliveira relaciona as primeiras professoras da escola: Leonardo Vieira
Campos, Maria de Campos Cordeiro, Vitalina Maria de Oliveira, Maria de Freitas
Mourão, Ana de Campos Cordeiro, Lígia Lopes Cançado , Maria de São Pedro Leite
e Arlinda Guimarães Andrade. O primeiro diretor efetivo foi Artur Mendonça de
Alvarenga Mafra; D. Carmelita Rodrigues Guimarães foi a primeira servente e
Antônio Soares de Faria Branco, o primeiro porteiro.
Agradecemos ao assinante Eduardo Menezes pelo envio da foto do Abaeté Atlético Clube, tirada pelo “Foto Anibal” em 1962. Aqui, da esquerda para a direita estão Mário, Gordo, Lefe, Tigrão, Tonho Preto, e Eduardo (em pé), Sizinio, Ildeu, Siriema, Jonatas, Silvio, Getulio e Ivan (agachados). Além de jogador, Dr. Sizínio Alberto era também o treinador do time.
Quem não se comove ao lembrar-se dos simples acontecimentos da infância? A velha casa dos avós, o cheiro do almoço de domingo em família? A escola onde aprendemos a ler e a escrever, e conhecemos nossos grandes amigos? A bela praça onde brincávamos até o fim da tarde? (Leia mais).
Saiba um pouco da história do Hospital São Vicente de Paulo
Neto de Antônio Zacarias Álvares da Silva (Barão do Indaiá), Dr. Amador
Álvares da Silva nasceu em Abaeté dia 13 de julho de 1905, filho de
Clarice e José Zacarias Álvares da Silva. Formou-se em Medicina pela
Universidade Federal, em 1933 e exerceu a profissão de médico até
janeiro de 1987, nove meses antes de falecer. Quando estudante, foi
titular (centro-avante) do Clube Atlético Mineiro. Foi também um dos
mais temíveis atacantes do Abaeté Atlético Clube, de quem era torcedor
incondicional.
Filho de Orozimbo Alves de Oliveira e Maria Eulália de Oliveira, JOSÉ
ALVES DE OLIVEIRA nasceu, a 1º de maio de 1905, em Abaeté. Ensinou-lhe
as primeiras letras a professora Maria de Freitas Mourão, regente
de uma das cadeiras isoladas, à época na cidade natal.* O centenário foi completado em 2005, quando saiu essa matéria.
Homenagem a um grande médico e político que ajudou a construir a história de Abaeté
Trechos do livro de Gerson Lopes, Ídolos em Pauta, sobre o antigo clube de futebol ganhador de diversos títulos.
Que tal visitar uma exposição e verificar as mudanças ocorridas no
conjunto arquitetônico de Abaeté, a partir de dados históricos,
entrevistas e da comparação de fotos antigas e atuais de diversos
pontos e construções da Cidade-Menina? Esse trabalho, desenvolvido
pelos alunos do 1º e 3º anos do Ensino Médio da E. E. “Dr. Edgardo da
Cunha Pereira, sob coordenação da professora Ivanete, será exposto dia
05 de novembro, durante as comemorações do 127º aniversário da cidade.
Sr. Tuffi Alexandre, libanês, grande guerreiro, destemido, talvez por
influências inconscientes ou até genéticas das descendências, quem sabe
do sobrenome Alexandre, nos remete ao grande conquistador da Macedônia,
que em 332 a.C., conquistou o território do Líbano, ficando este sob o
domínio grego até 63 a.C. Saiba mais sobre a saga dessa família que ajudou na construção de Abaeté.
A formação da sociedade abaeteense é composta de variadas etnias, das
quais recebeu influências significantes, como das famílias italianas
que aqui vieram residir no início do século XIX e no século XX, no
período da Primeira Guerra Mundial. A característica econômica de
Abaeté, toda voltada para o comércio, por exemplo, se deve em muito à
contribuição de povos estrangeiros. Durante a nossa pesquisa histórica,
surgiram fatos impressionantes, que estão bem guardadas na memória dos
descendentes dos Nicoli e Nery. Saiba mais.
Fruto da inteligência, da dedicação e da vagabundagem de um seleto
grupo de discípulos do Baco, eis que vem à luz este vibrante pasquim,
para tornar-se porta-voz de todos aqueles que trocam a noite pelo dia e
defensor incansável da plêiade alegre de eleitos que fazem desta amarga
vida uma mistura paradisíaca de pinga com limão.
De há muito que Abaeté reclamava o que ora lhe oferecemos: um jornal
que fosse o espelho fiel de seu progresso e da laboriosidade de seus
filhos e que traduzisse nitidamente o descalabro e a pasmaceira que
dominam os poderes públicos municipais; que denunciasse aos abaeteenses
as tapeações e as negociatas dos politiqueiros locais e que,
principalmente, focalizasse aspectos poucos conhecidos de nossas
sociedades (dizemos sociedades no plural, porque nesta terra existem
duas sociedades distintas: a pessedista e a udenista), onde se destacam
pais de família “modernadamente” liberais, que disputam amantes com os
filhos e onde se destacam senhoras virtuosas e “caridosas”, que trocam
de amores como o Sr. Eduardinho de Partidos”...
Em 1944, quando o Dr. Sizínio Alberto comentou com suas alunas na
Escola Normal de Abaeté que iria a Belo Horizonte buscar um colega da
Faculdade de Odontologia para trabalhar com ele em Abaeté, Dona Célia
Campos Simões disse: “Traga um moço bem bonito, que eu vou me casar com
ele”. Saiba mais.
Saiba um pouco da história de Frei Mário.
Pra quem sonhava em poder fazer um curso superior, o sonho da faculdade na Cidade-Menina foi concretizado e hoje jovens podem ter um diplona de 3º grau, novas carreiras e batalhar por uma vaga melhor no concorrido mercado de trabalho.
Crônica de Wagner Túlio, publicada em maio de 2002
Enquanto tramita na Câmara Municipal um projeto de lei que estabelece
as normas de proteção do patrimônio cultural de Abaeté, a cidade perde
sua mais antiga fachada. Datado de 1917, o imponente casarão em estilo
barroco, localizado na Avenida Simão da Cunha, ao lado do Banco do
Brasil, foi demolido dia 20 de abril para a ampliação do estacionamento
da Cooperativa Mista de Abaeté. (Leia mais)
Nos idos de 1945, ou seja, há 57 anos, houve uma disputadíssima partida
de futebol entre as equipes do juvenil do Abaeté Atlético Clube contra
o juvenil do Dorense Futebol Clube, em Dores do Indaiá. Nosso time saiu
vitorioso pelo placar de 4 a 2, sendo os nossos gols marcados por Júlio
Alberto (2) e Maziquinho (2). Marcos Valdir marcou os dois do Dorense.
A equipe de Abaeté (foto) contava com os seguintes valores: Élcio
Pedreiro, Árdisson Porto, Orestes, João Miguel, Hélio da Elódia, Zezé
do Galdino, Vicente da Naná, Coruja do Custodinho, Milton do Juscelino,
Júlio Alberto e Maziquinho. Bons tempos aqueles...
Torneios internos sempre foram tradicionais nas escolas abaeteenses. A foto acima, da equipe da 2ª Série Ginasial, foi tirada em 28/03/65, durante o Campeonato Interno da CNEG. Os estudantes ginasiais enfrentaram a equipe do Comércio, empatando em 2 x 2. Em pé, da esquerda para a direita, estão: Helvécio, Daltinho, Jerovi, Dedeco, Álvaro, Nelson, Maria Amélia e Dr. Tomé. Agachados: Luizico, Helcinho, Ronaldo, Abelardo e Pedrinho.
Quem reconheceria hoje esta fantástica turminha do Pré-Escolar da Escola Estadual Frederico Zacarias, dirigida pela saudosa D. Conceição, em 1939? Pois aí estão, (da direita para esquerda): Dr. Ricardo, Marcelo, Marinez ( no alto), Afrânio, Derval Ildeu, --- Vanda, Oraida e Aimê Calábria (2ª fila), Cláudio, Júlio, Cícero, ---, --- e Frei Teófilo (3ª fila), Policena, Marília, Maurício, Ana Lúcia, ---, Saly e Fernando (4ª fila), Regina, Zulma, Didi, Bicurica, Maria Luíza, Lucinda e Mariza (5ª fila).
Crônica de Dr. Ildeu Alves de Souza, sobre suas lembranças da antiga Cidade-Menina.
Esta fotografia que guardo como lembrança de menino é da praça onde
moro há mais de 70 anos. Antigamente, Praça do Jardim, posteriormente
Praça Tiradentes e hoje com o nome do grande conterrâneo, Dr. Amador
Álvares. (Leia Mais)
Capelinha de melão... Não é de São João. Com sua torre de altaneira, ela é um templo da fé, a Capelinha de São José. (Leia mais)
Recebi com satisfação o folheto sobre a criação do MAC e a constituição
de sua diretoria. A criação dessa importante entidade, vem em boa hora,
justamente, no momento em que as nações estão temendo os efeitos da
globalização. Nós, abaeteenses, estamos antecipando essa onda mundial e
tratando de nos unir num bloco talvez mais forte que o Mercosul. (Leia mais)
Ela se destaca suntuosa em sua arquitetura com influências estilo
Art-Nouveau (do fracês, nova arte, novo estilo). Erguida em meados dos
anos 40, faz parte daquelas construções sólidas, naquela época, quase
sempre com base para um segundo pavimento. (Leia mais)
Você fazia parte da U.D.N., e eu, como neto do Toizinho Eduardo e
sobrinho do Dr. Canuto, não poderia nunca ficar admirando-o. Era a
regra em Abaeté. No entanto, já admirava sua energia e disciplina como
diretor do Estadual, não permitindo que a minha “Norinha” viesse “matar
aulas” para me namorar. Além de um professor enérgico na escola, você
foi um mestre extremamente eficiente na arte de pescar. (Leia mais)
Pessoas que marcam época em nossa cidade sempre se destacaram em fazer
algo inédito. Famosos jogadores de futebol, como José do Monte, grandes
músicos, políticos e muita gente valente, que sempre fizeram jus ao
título de verdadeiros abaeteenses. Neste espaço, vamos falar de pessoas
simples de nossa terra. (Leia mais.)
Nesta foto, cedida por Tarcísio Lage, através da Nerinha, vemos a
diretoria do primeiro grêmio estudantil da CNEC, ao criar sua
biblioteca, em 1959. Nela aparece o presidente do Grêmio
Litero-estudantil Castro Alves, o “Colírio”, ladeado dos presidentes de
honra do grêmio, Professor Lídio e Professor Modesto. E os demais
membros da diretoria - José Osvaldo Vargas, Tarcísio Lage, Francisco de
Almeida Campos, Alfredo Campos, Fernando e Osvaldo José. Período áureo
da Democracia e dos Movimentos Estudantis, que tinham o seu espaço de
destaque no cenário nacional, com lideranças positivas em todos os
setores.
Dia 13 de maio de 1964, a equipe juvenil do Clube Independentes de Abaeté venceu o Juvenil União, em Martinho Campos, por 3x1, com gols de Sapinho, Corujinha e Capaça. Na foto, as feras Waldir Bar (técnino), Tonho, Leo Porto, Zé do Cabolbo, Caçapa (Adelson), Ailton, Demárcio e o juiz Filipe (em pé). Agachados estão José Antônio, Cincinato, José Luiz, Corujinha, Vicente do Batista e Sapinho. A foto foi cedida pelo “seu” Valdir.
E quem se lembra do time campeão de 1949? Foi o Abaeté Atlético Clube, formando pelos craques (da esquerda para a direita) Élcio, Inácio Cordeiro, João Miguel, Beba Oselieri, João Capanema, José Geraldo, Durval, Balofo, Oscarão, Teo. Agachados estão Chiquechique, Sizínio, Ivan Moura, Eilson e Hélio Pessoa. A foto foi cedida pelo Rômulo Soares.
Aí estão, som seus penteados chiquérrimos e os olhares rebeldes, característicos da época, as formandas de 1966 do Colégio Normal Nossa Senhora de Fátima. Veja se você reconhece, da esquerda para a direita as jovens Zulma Oliveira, Helenice Soares, Maria Célia, Ana Afonso, Maria Helena Andrade, Analzira Barros, Maria da Glória Andrade, Orlanda Rabelo, Conceição Rodrigues, Maria de Lourdes Mendes, Erlanda Rabelo, Arilma Zago, Maria Alice dos Santos, Maria Luiza Mourão, Maria Alcione de Menezes, Lucinha Pereira, Lusia Valadares, Rosa Ordália de São José e Isilene Xavier de Vargas.
Quem se lembra do conjunto do Dr. Sizínio Alberto, que, no início dos anos 60, agitava os carnavais do Abaeté Clube e as festas da cidade? Na foto, os componentes da banda: Tonho Parafuso e Joaquim Andrade (em pé), Vicente da Naná, Vicente Jaguaré, Sizínio Alberto, Joaquim Andrade, os garotos Sizininho e Estela Maris, Beousrinho e Zezé. A foto foi cedidade por Vicente Jaguaré.
Quem se lembra da Rádio Clube de Abaeté, que funcionou durante 15 anos
em caráter experimental (1961-75) ou do Bar Brasília, de propriedade do
Waldir Rodrigues, ali na esquina das Ruas Dr. Antônio Amador com
Floriano Peixoto? Na história de centenas de abaeteenses, esses nomes
devem estar escritos em negrito, pois, ali, num auditório anexo ao bar,
era realizados, aos domingos, shows culturais do maior gabarito. As
crianças eram convidadas através da rádio e, no auditório, aconteciam
os shows musicais, sorteios, brincadeiras, etc...
Reveja algumas das formandas do ano de 1963. (Leia mais).
Texto de Dr. Fernando Soares e poema de Expedito Noronha em homenagem ao Zé do Quinzinho.
Que tal copiar um dos modelitos acima para brincar o Carnaval 99? Na década de 50, era assim mesmo, de terno e gravata, que os nossos jovens curtiam os Gritos de Carnaval no Abaeté Clube e no Nosso Clube. As mocinhas também iam para os bailes com os melhores e mais bem comportados trajes de festa. Na época em que o nosso clima era bem mais fresco, o lança-perfume era liberado e a galera se divertia pra valer com os banhos de confetes e serpentina, os desfiles do bloco do Marmelada, as eleições do Rei, Rainha e Princesas do Carnaval. Na foto acima, temos (de trás para a frente), João da Eva, Celina Guimarães, Osmar Gomes e Helena do Sueta.